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O leite e os produtos lácteos são considerados pelos consumidores como produtos naturais de alta qualidade. Para que esta imagem seja mantida e para que o leite possa competir com sucesso frente a outros produtos alimentícios, é necessário manter um alto nível de qualidade tanto da sua composição quanto da higiene. Um fator limitante da qualidade do leite é a ocorrência de mastite nas vacas leiteiras.

A mastite é uma inflamação da glândula mamária da vaca que pode ser causada por muitos fatores, entre eles estão os agentes infecciosos, principalmente as bactérias. Esta doença prejudica a produtividade do rebanho e é a doença infecciosa que tem o maior impacto negativo na pecuária leiteira.

A reação inflamatória que ocorre na glândula, em decorrência da mastite, causa alterações na composição do leite tanto em termos de qualidade quanto na quantidade dos componentes. Alguns fenômenos relacionados com a inflamação participam diretamente deste processo.
Para prevenir ou mesmo controlar a mastite, o produtor deve seguir algumas dicas:
- os animais que estiverem afetados com a mastite devem ficar separados durante o processo da ordenha ou deixados por último;
- deve ser feito a terapia da vaca seca;
- as vacas diagnosticadas durante a gestação devem ser tratadas imediatamente;
- é fundamental que haja uma higienização rigorosa da ordenha e do local para prevenção das mastites.

Quanto às perdas de produção relacionadas com a mastite, as estimativas podem ser feitas considerando-se a contagem de células somáticas no leite. Como o número de células somáticas aumenta muito como resultado da inflamação, a contagem destas células são um meio de avaliar a mastite.
Por tudo isso, a contagem de células somáticas é usada em muitos países como um parâmetro importante de avaliação da qualidade do leite e é diretamente associada com a saúde do úbere. Sendo assim, quanto mais saudável for o leite produzido, melhor ele será aceito pelos consumidores e melhor será o retorno econômico do produtor.
Fonte: Portal Agropecuário