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A estação mais quente do ano é a que requer mais atenção dos produtores de leite. O gado leiteiro sofre com algumas doenças por causa do calor excessivo e também das chuvas abundantes nesta época.

A mastite e a tristeza parasitária são as doenças mais comuns no rebanho leiteiro.  A causa da mastite é em decorrência do excesso de chuvas, que aumenta a formação de barro. Já a tristeza parasitária se desenvolve por causa da proliferação de carrapatos, comum no verão.

Para diminuir a incidência dessas doenças os veterinários alertam os produtores para que evitem ao máximo que as vacas utilizem água suja para saciar a sede ou se refrescar. Essa água pode estar contaminada. E também ofereçam um ambiente limpo aos animais.

Mastite

De novembro a fevereiro o clima quente e úmido proporciona uma série de fatores que permitem que a mastite se desenvolva. As bactérias se desenvolvem nessa época com mais facilidade e causam mais problemas aos animais.

Manter as camas secas é a principal forma de defesa contra as bactérias. Deve-se priorizar o manejo da cama em todas as operações leiteiras durante o ano todo; mas isto é especialmente crucial durante os meses de verão.

Tristeza Parasitária ou Amarelão

Pesquisas da Embrapa indicam que a melhor forma de prevenir a tristeza parasitária bovina é realizar o controle integrado do carrapato, onde se utilizam várias estratégias de controle que possibilitam manter os rebanhos com baixos níveis de infestação durante todo o ano, sendo o controle estratégico, uma das mais importantes práticas que deve ser adota nos rebanhos.

Os produtores devem ficar atentos aos sintomas da tristeza parasitária e, em caso de suspeita de sua ocorrência, procurar um especialista para que seja dado o tratamento adequado, evitando maiores danos ao rebanho e prejuízos à sua produção.