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A irrigação de pastagens já está se tornando uma prática comum no Brasil. Em períodos de fata de chuvas é uma aliada importante dos produtores de leite. A técnica traz muitos benefícios e contribui para o aumento da produtividade. Existem dois tipos de irrigação: a localizada, que é feita por gotejamento, e a convencional, que é feita por aspersão convencional.  No primeiro tipo, a água é levada sob pressão por tubos até finalmente ser aplicada ao solo diretamente sobre a zona da raiz da planta, tudo em alta frequência e em baixa intensidade. Já no segundo tipo, a água é aspergida em forma de gotas através de dispositivos mecânicos giratórios que são chamados de aspersores, proporcionando uma chuva artificial.
Para a irrigação de pastagens permanentes, aconselha-se a utilização de irrigação por aspersão em malha, pois ela garante baixo consumo de energia, facilidade de operação e manutenção, fácil adaptação a qualquer tipo de terreno, baixo custo de instalação e utilização de dejetos dos animais.
Ainda no que diz respeito ao sucesso do sistema, para que ele seja alcançado é preciso que o produtor mantenha um ponto de equilíbrio na irrigação, pois se feita em excesso ela pode causar a lixiviação dos nutrientes, o que acarretará em prejuízos na parte nutricional, pois a planta adoecerá e ficará fraca. Muitas vezes isso se deve ao fato de o produtor gastar muito pouco com água e energia nesse sistema, o que acaba levando-o à irrigação em excesso.
Para quem deseja utilizar a irrigação nas pastagens é importante buscar informações para saber a melhor técnica para a sua propriedade.

Fonte: Portal Agropecuário