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O Jersey chegou ao Brasil em 1896, importado por Joaquim Francisco de Assis Brasil, diretamente da Granja de Windsor, da rainha Vitória da Inglaterra. Assis Brasil fundou seu Herd Book, em 1905, que controlou a genealogia da raça até 1915. Em 1909, a Secretaria Estadual da Agricultura do Rio Grande do Sul realizou os primeiros registros.

Em 1930, a raça Jersey foi oficializada pelo Ministério da Agricultura. Oito anos depois foi fundada a Associação dos Criadores de Gado Jersey do Brasil, no Rio de Janeiro. E assim a raça Jersey foi se espalhando pelo país e a sua fama de grande produtora de leite também.

A vaca Jersey apresenta uma alta eficiência de conversão alimentar. Transforma, de maneira eficiente, as rações e a forragem em leite, produzindo mais por área, por tonelada de forragem. Produz mais leite corrigido em gordura, do que outras raças. Por sua condição genética selecionada por milênios é a que mais produz leite nas pequenas e médias propriedades. A vaca Jersey é uma "máquina" que produz grande quantidade de leite com pouca exigência em sua manutenção.

Das raças leiteiras, a vaca Jersey é a mais dócil, a mais rústica, a de menor tamanho, a que melhor se reproduz, a mais longeva, a mais produtiva. A mansidão da vaca Jersey permite seu manejo até por crianças. Em muitas fazendas familiares de criação de Jersey, o trato dos animais fica a cargo das mulheres e seus filhos. Sua rusticidade viabiliza que sejam criadas em diversos climas e topografias, consumindo alimentos variados e resistindo bravamente a doenças.

Uma raça que merece respeito!