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A história do queijo de minas tem influência portuguesa. No século XVIII os portugueses trouxeram para o estado de Minas Gerais a antiga técnica do queijo coalhado feito com leite fresco, e que foi adaptada para ser usada por aqui.

Esse queijo é o maior produto da gastronomia mineira. Faz parte da riqueza do estado e hoje é o queijo mais consumido no Brasil. Foi nomeado como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A produção de um bom queijo de minas depende de vários fatores. Primeiro é preciso um leite de qualidade. O leite tirado no dia é filtrado imediatamente e não passa por nenhum processo de pasteurização.

Ao leite cru é adicionado o pingo, um tipo de fermento (liquido grosso que escorre do queijo) para o processo de coagulação. Após 45 minutos o queijo é cortado e coado para separação do soro da massa. Depois de separado o soro, o queijo é espremido, salgado e enformado. Nos dois lados do produto usa-se sal grosso. O queijo fica um bom tempo escorrendo o líquido para depois retirar o sal. Na sequência o queijo passa por uma limpeza e é levado para maturação por um período de 10 a 30 dias.

Cada região de Minas Gerais produz o queijo minas com identidades diferentes:

Queijo Frescal – sabor menos forte. É o mais consumido.

Queijo de Minas Padrão – possui uma casca firme e de cor amarelada. Sabor mais marcante.

Queijo Meia Cura – possui textura macia e o sabor fica entre o queijo frescal e o Minas Padrão.

O queijo de minas é muito procurado por quem faz dieta para emagrecer porque é mais magro que os outros. Mas também deve ser consumido com moderação, segundo os nutricionistas. 30 gramas do queijo minas frescal, por exemplo, possui 75 calorias.